Humberto Reis

Doutor em Medicina Otorrinolaringologia

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humberto@humbertoreis.med.br

    Formado em Medicina pela PUCRS (1995), realizou doutorado em Otorrinolaringologia na Univ Complutense de Madrid (2004).

    Atua em clínica e cirurgia na área de otorrinolaringologia, havendo realizado mais de 1.500 cirurgias de amígdalas e adenóides.

    Trabalha em Guanambi (BA) desde 2005, onde também comanda uma ONG ligada ao desenvolvimento sócio-econômico da região.

Nascido na Ilha de São Francisco do Sul (SC) em 30 de setembro de 1971, mudou-se para Porto Alegre aos 12 anos de idade.

Formado em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS no ano de 1995, obteve doutorado em otorrinolaringologia na Universidad Complutense de Madrid no ano de 2004.

Trabalhou como Tenente Médico da Infantaria logo após sua formação, tendo trabalhado no litoral gaúcho como plantonista médico e em consultas especializadas em otorrinolaringologia antes de mudar-se em definitivo para Guanambi (BA), onde iniciou suas atividades de clínica e cirurgia em consultório privado.

Realizou pesquisas genealógicas (vide seção Genealogia) na Cúria Metropolitana de Florianópolis, onde obteve regsitros de batismo e casamento de vários antepassados, muitos dos quais vindos na ‘leva emigratória’ dos Açores para o Desterro, em meados do século XVIII.

De suas pesquisas científicas, obteve por três anos consecutivos (2007-2008-2009) o Prêmio Painel Científico, concedido pela Faculdade Guanambi.

É Regente de uma Organização Social de Interesse Público, com atuação em São Francisco do Sul – SC e Guanambi – BA, cujos objetivos são: preservar o  patrimônio histórico e cultural; fomentar o desenvolvimento social e econômico. Por meio desta ONG (Organização Não Governamental) já doou e financiou obras educacionais e culturais, bem como auxiliou no fomento ao esporte das duas localidades.

É membro da ABORL (Associação Brasileira de Otorrinolaringologia), da ASBRAP (Associação Brasileira de Pesquisadores em História e Genealogia), da CBTE (Confederação Brasileira de Tiro Esportivo) e do CCAGbi (Clube do Carro Antigo de Guanambi), do qual foi fundador.

Publicou, em conjunto com seus professores e um colega, um livro de anatomia e fisiologia na área de otorrinolaringologia, editado pela EDIPUCRS no ano de 1997. Ademais, publicou vários artigos científicos no Brasil e exterior (Peru e Espanha).

A especialidade médica de otorrinolaringologia é responsável pela avaliação, diagnóstico e tratamento das doenças do ouvido, nariz e garganta. É a responsável, também, pela prevenção dos problemas da audição e da voz. O profissional da área de otorrinolaringologia está capacitado para realizar e interpretar exames audiológicos e do equilíbrio, realizar e interpretar exames de videoendoscopia (nasal e laríngea) e realizar cirurgias de ouvidos, nariz e garganta.

Nesta seção o visitante poderá encontrar informações sobre alguns distúrbios da audição e do equilíbrio, listagem de cuidados pós-operatórios e indicação de alguns livros e links para ampliar o conhecimento.

O menu superior horizontal direciona o visitante a temas não relacionados ao exercício profissional em otorrinolaringologia e que fornecem informações gerais do cotidiano de Humberto Reis.

Na coluna da direita apresentam-se as atividades vinculadas à especialidade médica de otorrinolaringologia. Em temas diversos, por exemplo, o visitante poderá ler textos e ver apresentações sobre tópicos de otologia ou otoneurologia. Em atividades profissionais o visitante poderá informar-se sobre alguns aspectos do cotidiano profissional pessoal de Humberto Reis.

costado

A genealogia nos ajuda a entender nossos laços de sangue.

O estudo dos antepassados enriquece o entendimento de nossa família, ao observarmos sobrenomes, datas, lugares, ofícios, atitudes que definem o rumo de um grupo familiar.

Conhecer parte da cultura da sociedade em que viveu determinada família é, por vezes, fundamental para entender o contexto no qual decisões importantes foram tomadas.  No caso específico dos antepassados açorianos que em Florianópolis desembarcaram em meados do século XVIII,  é inegável a necessidade de valorizar e avaliar corretamente o período vivido por aquelas pessoas, que enfrentaram o mar em busca de um futuro melhor. O declínio dos Açores, em decorrência do fim da União Ibérica – ocorrido cem anos antes -  interferiu significativamente no cotidiano dos habitantes das ilhas açorianas e apresentou-se como uma variável a mais para ser resolvida pelo Império Português.

A necessidade de povoar o sul do Brasil para evitar invasões espanholas era outra questão a ser resolvida pelo Império Português, que encontrou a solução resolvendo dois problemas com uma única medida: ofereceu a emigração às famílias açorianas, dotando-as com terra fértil e alguns objetos para iniciarem sua vida no sul do Brasi. Com a medida, aproximadamente seis mil pessoas desembarcaram no Desterro (hoje, Florianópolis) e trataram de seguir suas vidas.

Conhecer este histórico é parte da pesquisa genealógica e contribui para o entendimento os vínculos entre as famílias, assim como facilita a busca por novas informações.

Independente do foco ou interesse principal do investigador, a pesquisa genealógica deixa sua marca para sempre, uma vez que os dados encontrados jamais perderão sua validade. É uma informação que não caduca.

Se você deseja montar sua árvore genealógica, inicie com a confecção de sua Árvore de Costado.  Nela, constarão os nomes dos antepassados sucessivos diretos, excluindo os tios e demais colaterais. Para ‘subir degraus’ nos costados será necessário encontrar certidões de batismo, casamento ou óbito dos antepassados, para que os nomes e datas sejam conhecidos. Importante, para complementar a pesquisa, procurar na internet por informações sobre a pessoa indicada nos registros encontrados.

Ademais do modelo dos costados, há outras formas de catalogação genealógico, como a Ascendência geométrica e o registro de Grupo familiar. Entretanto, o mais comum modelo de registro entre os genealogistas é a Árvore de Costado.